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Prêmio Esso 2011

Concorrer, mesmo em grupo, à mais tradicional e importante premiação jornalística do país não tem preço. Eis a lista dos indicados na área de economia. FINALISTAS AO PRÊMIO ESSO DE INFORMAÇÃO ECONÔMICA Sérgio de Sousa, com o trabalho O SEMIÁRIDO QUE DÁ CERTO, publicado no jornal DIÁRIO DO NORDESTE (Fortaleza). Adriana Guarda, com o trabalho DOCUMENTO SUAPE 2011 - REDENÇÃO E CONTRADIÇÃO, publicado no JORNAL DO COMMERCIO (Recife). Gabriel Caprioli, Vicente Nunes, Luciano Pires, Rosana Hessel, Victor Martins, Liana Verdini, Jorge Freitas, Gustavo Henrique Braga, Fernando Braga, Cristiane Bonfanti, Larissa Garcia, Vera Batista e Vânia Cristino, com o trabalho E AGORA, DILMA?, publicado no jornal CORREIO BRAZILIENSE. Vicente Nunes, Luciano Pires, Rosana Hessel, Vera Batista, Marcio Pacelli, Cristiane Bonfanti, Vânia Cristino, Liana Verdini, Sílvio Ribas , Victor Martins, Gustavo Henrique Braga, Rosa Falcão, Ricardo Allan e Gabriel Caprioli, com o trabalho A NOVA ORDEM GL...

Cadê a faxina?

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Tudo dominado Por Miriam Leitão (O Globo) A Controladoria-Geral da União é órgão de assessoramento da Presidência da República, tem recursos definidos pelo governo, está proibida de investigar ministros. Não audita algumas áreas do governo. O Conselho Nacional de Justiça chegou a apoiar uma proposta que em última instância reduz seus poderes. Não há um corrupto preso. O Brasil está sem ferramentas para combater a corrupção. O movimento social está quase todo dominado. A UNE não representa os estudantes, mas sim o PC do B que faz parte da base política do governo, recebe uma enorme mesada, e entre seus tristes papéis está de vez em quando sair em defesa de acusados de corrupção, quando isso é do interesse do governo. As centrais sindicais também vivem de dinheiro público e dos projetos políticos de seus dirigentes. Muitas ONGs, até as que defendem a ética, recebem recursos públicos. O Brasil tem poucos mecanismos e instituições para o combate à corrupção. Alguns se esforçam, mas nada va...

Jabuti: biografia de Alceu Penna está entre os finalistas

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A organização do Prêmio Jabuti divulgou quarta-feira, 21 de setembro, a lista com os dez finalistas em cada uma das suas categorias. Os escolhidos pelos jurados apontados pela Câmara Brasileira do Livro (CBL) foram extraídos de um total de 2.619 inscritos. Agora, as obras selecionadas serão submetidas a uma nova avaliação, com apuração marcada para 18 de outubro - o resultado final será divulgado em 30 de novembro. Em sua 53º edição o prêmio teve o regulamento mudado. Foram duas intervenções - a primeira ampliando o número de categorias de 21 para 29 e a segunda estabelecendo que só uma obra será premiada por categoria – ao contrário do modelo anterior, em que três publicações eram eleitas. Confira os finalistas nas categorias de poesia, romance e biografia. Poesia 1º - "Modelos Vivos", de Ricardo Aleixo (Crisálida) 2º - "Bella Donna", de Tite de Lemos (7Letras) 3º - "Em Alguma Parte Alguma", de Ferreira Gullar (José Olympio) 4º - "Em Trânsito",...

O poema síntese

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José Carlos Drummond de Andrade E agora, José? A festa acabou, a luz apagou, o povo sumiu, a noite esfriou, e agora, José? e agora, você? você que é sem nome, que zomba dos outros, você que faz versos, que ama, protesta? e agora, José? Está sem mulher, está sem discurso, está sem carinho, já não pode beber, já não pode fumar, cuspir já não pode, a noite esfriou, o dia não veio, o bonde não veio, o riso não veio não veio a utopia e tudo acabou e tudo fugiu e tudo mofou, e agora, José? E agora, José? Sua doce palavra, seu instante de febre, sua gula e jejum, sua biblioteca, sua lavra de ouro, seu terno de vidro, sua incoerência, seu ódio - e agora? Com a chave na mão quer abrir a porta, não existe porta; quer morrer no mar, mas o mar secou; quer ir para Minas, Minas não há mais. José, e agora? Se você gritasse, se você gemesse, se você tocasse a valsa vienense, se você dormisse, se você cansasse, se você morresse... Mas você não morre, você é duro, José! Sozinho no escuro qual bicho-do-m...

O mar fértil de Pessoa

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Meu coração é um almirante louco Fernando Pessoa Meu coração é um almirante louco que abandonou a profissão do mar e que a vai relembrando pouco a pouco em casa a passear, a passear... No movimento (eu mesmo me desloco nesta cadeira, só de o imaginar) o mar abandonado fica em foco nos músculos cansados de parar. Há saudades nas pernas e nos braços. Há saudades no cérebro por fora. Há grandes raivas feitas de cansaços. Mas - esta é boa! - era do coração que eu falava... e onde diabo estou eu agora com almirante em vez de sensação?...

Os octogênios

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Eles foram ministros do governo federal, têm 80 anos e ideias ultramodernas sobre o futuro do Brasil. Octogenários não, octogênios. Figuras desperdiçadas, poderiam estar ensinando os atuais governantes e técnicos do governo a como trilhar o sucesso para as próximas gerações. Estou falando dos senhores João Camilo Penna, José Paulo dos Reis Velloso e Ozires Silva. Um mineiro, um carioca e um paulista. É impressionante como o trio tem o mesmo discurso lúcido, amplamente embasado em dados atuais, de necessidade de se planejar o crescimento brasileiro nas próximas décadas, com investimento em educação de qualidade, energias limpas e inovação. Gente bem mais nova que eles tem pensamento retrógrado. Ouçemos, pois, esses brilhantes senhores. Não quis incluir, por enquanto, outros oitentões geniais como FHC e Delfim, que já são muito ouvidos.

Combinações

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