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Sobre o Brasil Econômico

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O novo player do jornalismo econômico no Brasil 1. O Brasil Econômico é um jornal de economia e negócios destinado aos decisores. É também um jornal atento ao fenômeno político e a todos os movimentos e tendências da sociedade. 2. A sua cobertura noticiosa incide, sobretudo, sobre as empresas, o mercado de capitais e a economia. Mas valoriza igualmente temas que, normalmente, são esquecidos pela mídia como a sustentabilidade, as indústrias desportiva e cultural, as universidades e a educação. 3. O Brasil Econômico entende que o jornalismo Econômico deve ser exercido com rigor e independência e partilhacom os grandes jornais Econômicos mundiais, como o Financial Times ou o Wall Street Journal, a defesa incessante da economia do mercado e da iniciativa privada. 4. O Brasil Econômico assume uma postura a favor do mercado, não aceitando que o jornalismo Econômico seja instrumentalizado, por preconceito ideológico ou simples ignorância, para denunciar e/ou condenar o empreendedorismo, o luc...

Templos da gastronomia

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Relação dos 50 melhores restaurantes brasileiros, segundo ranking promovido e divulgado esta semana pela revista britânica Restaurant Magazine. Na lista, o brasileiro D.O.M, de Alex Atala. 1- Noma Denmark – Dinamarca 2- El Bulli – Espanha 3- The Fat Duck – Reino Unido 4- El Celler de Can Roca – Espanha 5- Mugaritz – Espanha 6- Osteria Francescana – Itália 7- Alinea – Estados Unidos 8- Daniel – Estados Unidos 9- Arzak – Espanha 10- Per Se – Estados Unidos 11- Le Chateaubriand – França 12- La Colombe – África do Sul 13- Pierre Gagnaire – França 14- Hotel de Ville – Suíça 15- Le Bernardin – Estados Unidos 16- L’Astrance – França 17- Hof van Cleve – Bélgica 18- D.O.M. – Brasil 19- Oud Sluis – Holanda 20- Le Calandre – Itália 21- Steirereck – Áustria 22- Vendome – Alemanha 23- Chez Dominique – Finlândia 24- Les Créations de Narisawa – Japão 25- Mathias Dahlgren – Suécia 26- Momofuku Ssam Bar – Estados Unidos 27- Quay – Austrália 28- Iggy’s – Cingapura 29- L’Atelier de Joel Robuchon – França...

Dúzia de ovos

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Cabeças brilhantes e ideias reluzentes. Welcome to the club: me inclui nesse engrad(ç)ado de ovos, com Agassi, Willis, Amin (Dão), Tas, Rhames, Xuxa, Brynner, Savalas, Moby, Patrick e Viana. Sou então o ovo caipira dessa caixa. Eles são também chamados de pouca-telha, de carecas, carequinhas, carecões, cabeças de ovo etc. Calvíce 100% tem mais recall do público e da crítica? Quem disse que cabelo é problema? Máquina zero é a solução. A lista podia ficar maior se incluíssemos momentos-bald de Brando, Spears e Sargento Pincel. Mas foram apenas uma baldiação temporária. E acrescentar os ficcionais como o eterno supervilão Lex Luthor. Mas preferi ficar só nos cidadãos-careca. Citando Bruce Willis, lembro de uma fala dele na série A Gata e O Rato em que cita como máximo do ócio o ato de "contar os carecas na rua". Naquela época, ele ainda tinha um topetinho.

A mais básica das orações

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Pater Noster Pater noster, qui es in caelis: sanctificetur Nomen Tuum; adveniat Regnum Tuum; fiat voluntas Tua, sicut in caelo, et in terra. Panem nostrum cotidianum da nobis hodie; et dimitte nobis debita nostra, Sicut et nos dimittimus debitoribus nostris; et ne nos inducas in tentationem; sed libera nos a Malo. Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome Venha o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu O pão nosso de cada dia nos dá hoje E perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores E não nos induzas à tentação; mas livra-nos do mal Porque teu é o reino, e o poder, e a glória, para sempre. Amém. PS: com o tempo, a gente se esquece da última frase.

Pastorinho, Vila Mariana, Sampa

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Bateu saudade. Lembrei esses dias da minha referência afetiva do bairro paulistano de Vila Mariana. O supermercador Pastorinho. Recordei de um sábado que almocei lá dentro. Mucho loco. Almoçar um pratão generoso no balcão disputado nos fundos de um quase hipermercado, de uma marca regional. Bons tempos de Sampa (1999-2002). Lembro também ter descido de madrugada gelada na estação Vila Mariana, vindo da rodoviária do Brás, chegado de BH. Priscas eras, meu.

Da minha janela em Brasília

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A ideia foi dada pelo portal do Estadão, na seção de fotorepórter. Resolvi tirar da minha máquina digital essas imagens prosaicas da janela que dá para o setor sudoeste. Para aqueles que acham Brasília chata, sem graça, sem vida, mostro que a cidade é legal e convidativa. O céu do planalto central já foi cantado em verso e prosa. É pop e inspirador. As pessoas daqui, as calçadas daqui e os sonhos aqui plantados por JK também são inspiradores. Falta uma semana para essa audácia, essa audacidade, completar meio século de vida. Feliz 50 anos, BSB. Bom Sentir Brasília. É só olhar pela janela.

Debate: Jornalismo Econômico

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Impressões retiradas do debate dia 15 de agosto de 2006, livraria Martins Fontes, Alameda Jaú, São Paulo (SP) Participantes: Alexandre Calais, Sílvio Ribas, Silvia Araujo, Sérgio Vilas Boas, Maria Helena Tachinardi e Marcelo Mota, autores de Formação e Informação Econômica - Jornalismo para iniciados e leigos (Summus Editorial, 2006) 1) Os leitores se queixam, com razão, do excesso de números e jargões que ainda predominam nos textos de economia dos jornais impressos brasileiros. Muitos não conseguem entender o que está escrito e até desconfiam do total despreparo do jornalista. 2) Os jornais impressos precisam se reiventar. O ideal é deixar de competir com o meio eletrônico, sobretudo a internet, e dar menos espaço para o noticiário do dia e investir mais em análise e matérias exclusivas. O resto é enxugar gelo, publicar material velho (natimorto) e reproduzir modismos e material promocional. 3) Para efetivar as mudanças que o fazer jornalismo precisa, precisa mudar primeiro a lin...