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As time goes by

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Os autores J. Loehr e T. Schwartz, de "Envolvimento total: gerenciando energia e não o tempo", foram muito felizes e oportunos desmistificando a “verdade” segundo a qual gerenciar tempo é a única saída para aumentar a produtividade de uma organização. Eles sugerem que existe algo além do tempo que realmente faz a diferença: o gerenciamento da energia, e lançaram a Gestão do Vigor como plataforma para as empresas mobilizarem suas equipes de profissionais. Não é um livro de auto-ajuda, apesar de algumas livrarias o classificarem dessa forma. Trata-se de um livro para treinamento sem apelar para o místico, apesar de falar em espírito. Ao contrário, as explicações são sempre científicas, baseadas em reações químicas benéficas que o corpo e a mente liberam quando estão em equilíbrio. O livro é resultado de experiências que os dois autores fizeram com atletas de alto nível, por muitos anos, e mostra que mesmo sob pressão é possível ampliar a capacidade de ação e liberar mais energi...

Receita de bem viver

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Serra do Luar por Leila Pinheiro Amor, vim te buscar Em pensamento Cheguei agora no vento Amor, não chora de sofrimento Cheguei agora no vento Eu só voltei prá te contar Viajei...Fui prá Serra do Luar Eu mergulhei...Ah!!!Eu quis voar Agora vem, vem prá terra descançar Viver é afinar o instrumento De dentro prá fora De fora prá dentro A toda hora, todo momento De dentro prá fora De fora prá dentro A toda hora, todo momento De dentro prá fora De fora prá dentro Amor, vim te buscar Em pensamento Cheguei agora no vento Amor, não chora de sofrimento Cheguei agora no vento Eu só voltei prá te contar Viajei...Fui prá Serra do Luar Eu mergulhei...Ah!!!Eu quis voar Agora vem, vem prá terra descançar Viver é afinar o instrumento (de dentro) De dentro prá fora De fora prá dentro A toda hora, todo momento De dentro prá fora De fora prá dentro A toda hora, todo momento De dentro prá fora De fora prá dentro Tudo é uma questão de manter A mente quieta A espinha ereta E o coração tranquilo Tudo é...

Relaxa, ego!

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Por Eduardo Zugaib As melhores ideias surgem nos momentos mais inusitados, de abstração. Hora em que nosso ego, ou seja, a nossa auto-censura, relaxa. É quando o nosso hemisfério cerebral direito sente-se livre para criar novas conexões entre os pedaços do nosso conhecimento. Dessas associações surgem as novas ideias . Naturalmente, quando estamos regidos pelo hemisfério esquerdo do nosso cérebro, que é o racional, tendemos a dar ao mundo respostas mais lógicas, cartesianas, previsíveis. E em boa parte do nosso dia é isso que o mundo espera da gente. O problema é que, por passarmos muito tempo dentro dessa ditadura racional, os momentos em que precisamos recorrer à imaginação tornam-se desgastantes demais, já que nossa mente criativa está trancada, muito provavelmente com um cadeado enferrujado. Daí a necessidade de manter a mente sempre em estado de curiosidade, fazendo perguntas cada vez melhores, abusando do “e se” e do “e por que não?”. Agindo assim, mesmo que sejamos obrigados, pe...

O bicho Homem

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Como diria um guru meu (o engenheiro João Camilo Penna), a gente pensa que é anjo, mas somos animais. Vejamos a definição do bicho homem: O ser humano pode ser definido em termos biológicos, sociais e consciência. Biologicamente, os humanos são classificados como a espécie Homo sapiens (latim para homem sábio, homem racional), um primata bípede pertencente à superfamília Hominoidea juntamente com outros símios: chimpanzés, bonobos, gorilas, orangotangos e gibões, além de outras espécies atualmente extintas. O Homo sapiens também pertence à família hominidae, família à qual também pertence o chimpanzé e outros. Os humanos adotam uma postura ereta que possibilita a libertação dos membros anteriores para a manipulação de objetos, possuem um cérebro bem desenvolvido que lhes proporciona as capacidades de raciocínio abstrato, linguagem e introspecção. A mente humana tem vários atributos distintos. É responsável pela complexidade do comportamento humano, especialmente a linguagem. A curiosid...

Crise antevista

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Estudo mostra indícios de atual colapso econômico em 1972 Um livro escrito em 1972, chamado de "Limites para Crescer", projetava um grande colapso da economia mundial no século 21, baseado em previsões para os crescimentos populacional, da poluição, da produção industrial, do consumo de recursos e da produção de alimentos. Segundo a publicação, escrita por um grupo chamado de O Clube de Roma, o crescimento exponencial iria eventualmente levar a um colapso econômico e ambiental. Agora, diz uma reportagem publicada pela revista New Scientist, um pesquisador da Organização de Pesquisa Industrial e Científica Commonwealth, na Austrália, está comparando as projeções do livro com dados dos últimos anos. Mudanças na produção industrial, produção de alimentos e poluição estão todas em linha com as previsões do livro, segundo Graham Turner. De acordo com o livro, o caminho que nós tomamos causará a redução da disponibilidade de recursos e um aumento no custo de extração, o que levará...

Sete da Sorte

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O número sete sempre esteve presente em sua vida. Eis que, no dia 07/07/77, ele involuntariamente acordou às 7 da manhã. Era a data de seu aniversário. Tomou banho e solicitou veículo ao Radiotáxi. Enquanto o automóvel se aproximava, percebeu que a placa era 7777. Entrou no carro e, chegando ao local de destino, perguntou quando havia dado a corrida. R$ 77. Quanta coincidência! Foi então que tomou a fatídica decisão. Dirigiu-se ao banco, retirou todo o seu dinheiro e, movido pela certeza e pela ganância, rumou ao hipódromo. Lá chegando, procurou o local de apostas e, sem hesitar, apostou tudo o que tinha no cavalo número sete que iria correr no sétimo páreo. Não deu outra. Chegou em sétimo lugar." Fonte: paixaoalternativa.blogspot.com

Pensar é criar

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Como funciona a filosofia clínica By Monica Aiub A filosofia clínica é uma terapia que faz uso de posturas e métodos filosóficos para auxiliar a pessoa a lidar com suas questões existenciais. A pessoa que procura o consultório de um filósofo clínico é denominada partilhante, porque participa ativamente de todo o processo terapêutico, partilhando sua história, suas questões, suas inquietações, suas formas de vida. O motivo, a queixa apresentada pelo partilhante, é seu Assunto Imediato. Quando a pessoa chega ao consultório, o filósofo clínico contextualiza o Assunto Imediato apresentado, estabelecendo um primeiro contato com o partilhante. “Sei que nada sei, de tudo quanto sei”. O princípio délfico serve de inspiração ao trabalho do filósofo clínico, que assume, diante da pessoa e de suas questões, o princípio filosófico do não saber, da dis-posição para coletar dados, para buscar o máximo possível de elementos para obter um mínimo de compreensão acerca do exposto. Não é possível pensar ...