Minha visita ao país dos vikings e do bacalhau, em 2011, acompanhado de outros jornalistas brasileiros, foi registrada numa revista local de culinária.
Sílvio Ribas A Confederação Nacional da Indústria (CNI) é uma das maiores inimigas da guerra fiscal entre estados e uma das principais defensoras da reforma tributária, como forma de sepultar a farra dos incentivos dados por governadores a empresas nacionais e estrangeiras. A entidade foi uma das primeiras a aplaudir a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), em junho de 2011, que considerou inconstitucional todas as renúncias com Imposto de Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para atrair projetos novos ou transferir alguns já estabelecidos em outros estados. Apesar da postura firme e amplamente conhecida, duas de suas 27 associadas lutam com grande fervor pela preservação, pelo menos parcial, de seus programas estaduais de desenvolvimento baseados em renúncias bilionárias de arrecadação com ICMS. Temerosas do desdobramento de ações no STF, muitas movidas pela própria CNI, os líderes das federações das indústrias de Goiás (Fieg) e do Espírito Santo (Findes) alertam que o fim ...
Televisão à mineira A festa dos 50 anos da TV no Estado joga luz sobre textos que retratam essa história, tira da gaveta outros projetos e ainda encoraja iniciativas Sílvio Ribas No Brasil, a televisão ganhou importância surpreendente. Com sua exagerada influência, ela informa, distrai, educa e ainda dita costumes a milhões de pessoas de todas classes sociais. A história dessa intimidade entre o brasileiro e a telinha começou em 1950 com o jornalista Francisco Assis Chateaubriand, fato esse bem registrado em livros e documentários em vídeo. Mas o que poucos sabem é que foi em Minas que o novo meio de comunicação trazido pelo velho capitão dos Diários e Emissoras Associados deu importantes passos para se consolidar como arte, técnica e fenômeno social. "Não existe hoje, fora a bomba atômica, reação maior na sensibilidade de um meio coletivo do que a televisão", dizia Chatô em artigo de O Jornal (10 de novembro de 1955) sobre a chegada da TV a Minas. Ele chamava a Itacolomi (en...
Sílvio Ribas É um pássaro? É um avião? É o Superman? Não. É a mais absurda máquina voadora das histórias em quadrinhos. O avião invisível da Mulher Maravilha, também chamado de jato invisível, sempre deu asas à imaginação de fãs e roteiristas da primeira e maior super-heroína, nascida nos gibis em dezembro de 1941 (All Star Comics 8). O polêmico aparelho fez seu vôo inaugural rumo à posteridade (e às piadas e paródias) nas páginas do primeiro número da revista Sensation Comics, apenas um mês depois do surgimento da sua dona, a única a pilotá-lo. Ao longo de seis décadas, essa máquina maravilhosa ganhou diferentes formatos e inspirou ainda as mais narrativas explicações sobre sua origem. Em alguns períodos, o invisible plane (seu nome original, em inglês) chegou simplesmente a desaparecer por completo e não apenas aos olhos dos personagens da DC Comics. Conforme a versão atual, a princesa Diana criada por William Moulton Marston passou a dispor da capacidade de voar, a exemplo de o...
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